mercoledì, marzo 09, 2005

OMtem

foi o dia Internacional da Mulher.
foi o dia em que terminei "Siddartha", de Hermann Hesse. Um livro muito bonito e que ainda estou a digerir, mas que marcará a minha mudança destes últimos tempos.
"«Que querias tu aprender com ensinamentos e mestres, e que coisa era que , embora te ensinassem muito, não te conseguiam ensinar?» E pensou: «Era o Eu, cujo carácter e natureza eu desejava conhecer. Queria libertar-me do Eu, conquistá-lo, mas não fui capaz, consegui apenas iludi-lo, consegui apenas fugir dele, consegui apenas esconder-me dele. Em verdade, nada neste mundo tem ocupado tanto os meus pensamentos como o Eu, este enigma, o facto de eu viver e ser único, e separado, e diferente, de todos os outros, o facto de ser Siddartha, e de não saber menos acerca de nada do mundo do que de mim próprio, de Siddartha"

"a sabedoria não é comunicável" (...) "O conhecimento pode ser comunicado, mas a sabedoria, não. Uma pessoa pode encontrá-la, vivê-la, ser fortificada por ela, operar maravilhas por seu intermédio, tudo menos comunicá-la ou ensiná-la."

"Tudo é transitório".
Saber pensar, esperar, ouvir. Mas sobretudo amar. Porque a vida sem amor não faz sentido. E assim vou tentando encontrar-me, sendo o mais fiel possível a mim, aos meus desejos, aos meus sonhos, tendo sempre presente que "a vida é um milagre" e uma longa estrada a percorrer e que "Não há caminhos, há que caminhar"!
OM

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