lunedì, maggio 23, 2005

Lisboa

a cidade da minha vida, vive em mim, está sempre presente e não mais sairá!
E que nem ironia do destino, num Encontro de Poesia em Oeiras (com Margarida Marinho e as CRAMOL), calhou-me este peoma:
"Inversa navegação
Tédio já sem Tejo
Cinzento hostil dos quartos
Ruas desoladas
Verso a verso
Lisboa anti-pátria da vida"
*
(Sophia de Mello Breyner Andresen)
Espero alterar esse estado e contribuir para melhorar os alguns dos "males" que nela existem!
Esta Lisboa que eu amo!

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