"Eu queria a Callas por todo o lado,
como uma doença que custa em despregar,
como uma mal contagioso para o qual não há cura.
A Callas em vez da televisão."
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"A Europa.
Assassina de si própria.
Uma mulher que sobrevive após a sua morte.
Uma mulher que deixou para trás todos os filhos, todos os sonhos, todos os conflitos, todos os maridos. (...) A Europa morreu, esquecida de quem foi e de quem poderia ter sido, arrancadas as raízes da sua criação e abandonada À sorte, esperando que esta lhe venha bater à porta. A última flor do mundo está a morrer. Ninguém desejará alguma vez lembrar-se dela, sequer."
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"Sim, desprezamos a mulher-reservatório-de-amor, máquina de volúpia, a mulher veneno, a mulher-objecto-decorativo-trágico, a mulher frágil, obsessiva, fatal, como uma voz pesada de destino e sonhadora..."
(Marinetti, Manifesto do Futurismo)
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"O Amor é um poço sem fundo onde te enfias para não mais de lá sair.
Apenas se outros te atirarem as cordas, poderás trepar para fora dele. O grande problema é que as cordas não estão sempre à tua disposição e tu és capaz de ficar tempos infinitos lá dentro, um poço funéreo, imundo, fedorento, repugnante, doloroso. Isso é o amor, um poço sem fundo."
(...)
"O Amor é alienante"
(...)
"- O Amor é uma caverna.
- E porque razão uns têm direito a sair da caverna e outros não?
- Não sei. Acho que as pessoas têm de ser corajosas para deixar a caverna e sair cá para fora.
O amor é alienante, mas não eterno"
(...)
"As nossas vidas nunca (serão) suficientemente importantes.
Para importarem."
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