(17) MOVIMENTOS PERPÉTUOS – TRIBUTO A
por Edgar Pêra
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"(...) um diálogo entre uma guitarra e uma câmara de Super8, numa estética que evoca a memória dos velhos filmes de família, plena de intimidade, revelada na partilha de pequenas histórias da vida. O concerto de Carlos Paredes no Auditório Carlos Alberto, no Porto, em 1984, é o ponto de partida para o desenrolar de histórias de prisão, resistência, sucessos e amadorismo, relatos marcados pela simplicidade e pela paixão." (in IndieLisboa 2006)
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A sua música e a respiração enquanto toca,
a sua humildade, genialidade, generosidade, sensibilidade...
um homem que encanta com as mãos, os gestos e as palavras:
"O amor às crianças, o trabalho e o amanhecer é tudo comum nestas cidades (Lisboa, Coimbra e Porto)"
"Não há ninguém que seja tão original que possa desfazer-se de toda a herança que veio até às suas mãos"
"uma guitarra com gente dentro"
Para SEMPRE

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